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São José


Marido da mãe de Jesus Cristo , José é um celebre personagem no novo testamento bíblico. Nasceu no século I a.C. No catolicismo ele é considerado um santo , São José.



José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria , Mãe de Jesus , e passou a morar com ela e sua família em Nazaré , uma localidade na Galiléia , segundo a tradição. Trabalhava como carpinteiro , oficio que teria ensinado a seu filho.

Tem sido proclamado "protetor da Igreja Católica Romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo assim se tornando um dos santos mais populares da Igreja Católica.

O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa .

O culto a São José começou provavelmente no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o papa Pio IX o proclamou "O Patrono da Igreja Universal" e, a partir de então, passou a ser cultuado no dia 19 de março.Em 1955 Pio XII fixou o dia 1º de maio para "São José Operário, o trabalhador” .


Hoje tem missa Solene de São José. Procissão saindo às 19h da Paróquia e missa às 20h com o Bispo Auxiliar de Brasília Dom Valdir Mamede.

Santo do Mês: São Tarcício


Tarcísio pertencia à comunidade cristã de Roma e era coroinha na igreja. No decorrer perseguição do imperador Valeriano, muitos cristãos estavam sendo perseguidos. À espera do martírio,nas prisões os cristãos desejavam ardentemente poder fortalecer-se com Cristo Eucarístico,porém era difícil conseguir entrar nas cadeias para levar a comunhão.
Nas vésperas de numerosas execuções de mártires, o Papa Sisto II não sabia como levar a eucaristia à cadeia. Foi então que o coroinha Tarcísio, com cerca de 12 anos de idade, ofereceu-se dizendo estar pronto para esta piedosa tarefa. Mesmo podendo correr perigo, Tarcísio afirmava que se sentia forte, disposto a levar a eucaristia aos pagãos,mesmo que viesse a morrer.
Comovido com esta coragem, o papa entregou numa caixinha de prata as Hóstias que deviam servir como conforto aos próximos mártires. Mas, passando Tarcísio pela via Ápia(umas das principais estradas da antiga Roma), alguns homens notaram seu estranho comportamento e começaram a perguntar o que trazia, já suspeitando de algum segredo dos cristãos. Ele, porém, negou-se a responder, negou terminantemente. Bateram nele e o apedrejaram. Depois de morto, revistaram-lhe o corpo, nada achando com referência ao Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, ocultamente cristão, que o levou às catacumbas, onde recebeu honorifica sepultura.

Tarcísio foi declarado padroeiro dos coroinhas ou acólitos, que servem ao altar. Mais uma vez encontramos a importância da Eucaristia na vida do cristão e vemos que os santos existem para serem para nos mostrar o caminho de Deus. Eles são um exemplo de fé e esperança que deve permanecer sempre conosco. Então, a exemplo de São Tarcísio, estejamos sempre dispostos a ajudar e a servir a Deus e a nossos irmãos.

João Pedro Sousa

Santa Joana d'Arc


A data oficial de comemorção a Santa Joana d'Arc é apenas dia 30 de Maio. Mas é válido estarmos falando um pouquinho desta Santa que, infelizmente, é mal interpretada interpretada .







Filha de Jaques d'Arc e Isabel, camponeses muito pobres, Joana nasceu em Domrémy, na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412.Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta, assinava seu nome utilizando uma simples, mas significativa, cruz. Significativa porque já aos treze anos começou a viver experiências místicas. 

Ouvia as "vozes" do arcanjo Miguel, das santas Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia, avisando que ela teria uma importante missão pela frente e deveria preparar-se para ela. Os pais, no início, não deram importância, depois acharam que estava louca e por fim acreditaram, mas temeram por Joana.
 
A França vivia a Guerra dos Cem Anos com a Inglaterra, governada por Henrique VI. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. As mensagens que Joana recebia exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Orleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII, para ser coroado na catedral de Reims, novamente como legítimo rei da França.
A ordem para ela não parecia impossível, bastava cumpri-la, pois tinha certeza de que Deus estava a seu lado. O problema maior era conseguir falar pessoalmente com o rei deposto.
 
Conseguiu aos dezoito anos de idade. Carlos VII só concordou em seguir seus conselhos quando percebeu que ela realmente tinha por trás de si o sinal de Deus. Isso porque Joana falou com o rei sobre assuntos que na verdade eram segredos militares e de Estado, que ninguém conhecia, a não ser ele. Deu-lhe, então, a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus.
 
E o que aconteceu na batalha que teve aquela figura feminina, jovem e mística, que nada entendia de táticas ou estratégias militares, à frente dos soldados, foi inenarrável. Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão. Carlos VII foi, então, coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa.

A luta pela reconquista demorara cerca de um ano e ela desejava voltar para sua vida simples no campo. Mas o rei exigiu que ela continuasse comandando os exércitos na reconquista de Paris. Ela obedeceu, mas foi ferida e também traída, sendo vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como "feiticeira, blasfema e herética".
Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431, diante da comoção popular na praça do Mercado Vermelho, em Rouen.
 
Não fossem os fatos devidamente conhecidos e comprovados, seria difícil crer na existência dessa jovem mártir, que sacrificou sua vida pela libertação de sua pátria e de seu povo.Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou.

Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França.O dia 30 de Maio é comemorado na França como data nacional, em memória de santa Joana d'Arc, mártir da pátria e da fé.

Curiosidades: Antes aos fatos relacionados, Shakespeare tratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, que a ridicularizava, intitulado "La Pucelle d´Orléans" ou "A Donzela de Orléans".

Fonte: http://www.derradeirasgracas.com/



São Patrício

Sao Patricio


Comemoração no dia 17 de março
 
São Patrício, um missionário Ortodoxo que com amor, caridade e humildade, levou a Boa Nova de Nosso Senhor a um povo pagão e tornou esse país, a Irlanda, um bastião da Cristandade Ortodoxa ocidental.
São Patrício, apóstolo dos Irlandeses, foi capturado por piratas irlandeses em sua terra natal, a Grã-Bretanha, quando tinha 16 anos, e levado para o país vizinho, onde passou seis anos como escravo.
Embora fosse filho de um diácono e neto de um padre, foi apenas durante seu cativeiro que ele buscou ao Senhor. Em sua "Confissão", o testemunho que ele escreveu no final de sua vida, ele diz: "Após chegar a Irlanda, eu pastoreava as ovelhas diariamente, e rezava diversas vezes ao dia - o amor de Deus e o respeito a Ele cresciam mais e mais, e minha fé se fortalecia. E meu espírito foi tocado de modo que, em um único dia, eu fazia cerca de cem orações, e mais cem à noite, mesmo quando estava nos bosques e na montanha. E antes da aurora eu me levantava para orar, e mesmo que nevasse, estivesse frio ou chovendo, nada me atingia".
Depois de seis anos de escravidão na Irlanda, Deus o guiou em sua fuga. Após um tempo, ele entrou para o mosteiro de Ésir, na Gália (atual França), sob orientação do santo bispo Germano.
Muitos anos depois ele foi ordenado bispo e em 432 pediu para ser enviado novamente à Irlanda, a fim de converter aquele povo a Cristo.
Seu trabalho árduo produziu muitos bons frutos, e em sete anos três bispos foram enviados da Gália para ajudá-lo a guiar seu novo rebanho, a quem ele se referia, em sua Confissão, como "meus irmãos e filhos a quem batizei no Senhor - milhares de pessoas".
Em sua missão apostólica ele enfrentou muitos "desgastes e dor", longas jornadas por territórios ermos, e muitos perigos - ele diz que correu risco de vida em pelo menos doze ocasiões.
Quando ele veio para a Irlanda como seu evangelizador, a ilha era um país pagão. Ao final de sua vida, trinta anos após sua chegada, por volta de 461, "a fé em Cristo fora firmada em todos os lugares" (Grande horológion).
O trabalho de São Patrício e seus companheiros é considerado a mais bem-sucedida empreitada missionária da história da Igreja.
São Patrício,
roga por nós a Cristo, Nosso Deus,
pela remissão dos nossos pecados.
Que teu exemplo de vida
desperte em nossos corações
a fé e a humildade. Amém.